
Já fazia algum tempo que não nos encontrávamos, tínhamos que nos contentar com as trocas de sms e conversas no msn (não que isso fosse menos "picante", mas precisávamos do toque, do cheiro, das carícias um do outro).
Não havia jeito (nem motivo aparente, que servisse de desculpa) para ficarmos a sós. No entanto o desejo já se tornava incontrolável e era preciso nos vermos. Assim ele conseguiu sair mais cedo do trabalho e eu inventei um compromisso qualquer em uma cidade vizinha (o que justificaria a minha ausência por algumas horas). Nos encontramos. Entrei no carro já louca de vontade de saciar a sede por seus beijos, mas era um lugar público e não podíamos dar "chance ao azar". Fomos conversando e, como ele não era da cidade, perguntou-me se conhecia algum lugar onde pudéssemos ficar mais "tranquilos", ao que respondi que até então não havia tido necessidade deste tipo de lugar e também não conhecia nenhum, mas tinha uma vaga lembrança de ter visto algo numa estrada na saída da cidade.
Enquanto íamos naquela direção, as casas foram rareando, a circulação de pessoas também, o que nos permitiu rápidos beijinhos e alguns toques quase "sem querer querendo". Porém o desejo já era mais que evidente em nossos corpos, não havia como disfarçar nossa vontade. Foi então que coloquei minha mão sobre sua perna, deixando-a escorregar por entre suas coxas e sentindo o quanto seu pau já estava duro, naquele momento eu (que já estava molhadinha) senti ainda mais o meu corpo se derretendo e querendo-o dentro de mim. Ele colocou sua mão na minha coxa tocando de leve o meu sexo, estremeci de prazer com aquele simples gesto (nossa! não via a hora de chegarmos!). Avistamos a indicação da entrada e ali estávamos.
Assim que colocamos o carro na garagem e a porta se fechou podemos nos entregar ao tesão que sentíamos, foi um beijo longo,cheio de saudade, mas acima de tudo repleto de desejo. Subimos as escadas que levavam até o quarto (eu ia na frente e "fingia" que não reparava ele olhando o meu rabo). Chegando lá foram mais amassos, sentia o seu corpo quente. Podia sentir outra vez o seu cheiro, o seu corpo tocando o meu (e que corpo!). Nossas bocas já não se desgrudavam, nossas línguas se misturavam numa ânsia de nunca mais se afastarem (pelo menos não por tanto tempo). Seus braços entrelaçavam-se nas minhas costas puxando-me ainda mais para perto de si, fazendo meu peito colar ao dele, minha anca colar a dele e assim sentir o quanto ele me queria. Agora suas mãos passeavam por dentro da minha blusa, num ritmo frenético procurando, e encontrando, meus seios, duros e com os mamilos entumecidos de prazer.
Ele tirou minha blusa, chupando cada um dos meus peitinhos, em alguns momentos tentando colocar os dois em sua deliciosa boca. Enquanto isso minha mão invadia suas calças, tocando aquele cacete que estava cada vez maior. Em alguns minutos já estávamos nus. Eu deitada na cama (bem na beirinha e com as pernas para fora dela) e ele ali na minha frente com a boca no meu clitóris, chupando-me todinha, dizendo o quanto gostava do meu sabor. Lambia-me. Chupava-me. E eu arqueava-me para que aquela língua conseguisse ir ainda mais fundo em mim. Suas mão me penetravam e via-o espreitar, pelo espelho, a minha face de prazer, de quem se deleita e que está prestes a gozar. Ele chupava cada vez mais, agora não metia apenas um dedo, mas dois e até três. Eu só conseguia repetir: "Não pára!" E assim gozei, ali, na boca dele, deixando-o sentir o sabor de todo prazer que ele havia despertado.
Em seguida,ele vem beijando minhas coxas, minha barriga e detem-se mais uma vez nos seios. Chupa-os e acaricia-os num misto de desejo e delicadeza que deixa-me ainda mais louca. Enquanto beija meu pescoço seu pau, ainda mais duro, roça o meu clitóris (ai, que delícia!). Ali , nus, corpos sedentos por estarem cada vez mais perto,cada vez mais junto. Mas como se não quisesse desperdiçar nenhum momento de prazer, não me penetra (ainda). Ficamos a curtir um ao outro, despertando todos os sentidos que nossos corpos permitem. Até que sem aguentar mais, minhas mão agarram a bunda dele firme e fazem com que aquilo tudo entre de uma só vez. Eu estava mais que úmida, completamente molhada e entregue a todo prazer que ele podia me dar. Espreitava, pelo espelho a minha frente, a bunda dele naquele movimento de vai e vem e a cada entrada um prazer infinito. Até que ele me colocou de quatro no centro da cama, nossos olhares se cruzaram no espelho, ele pegou nos meus cabelos com uma mão, na minha anca com a outra, posicionou-se e entrou com tudo. Quanto mais ele entrava, mais eu empinava o rabo para que pudesse ir mais fundo. Então puxou-me pelo cabelo, levantando meu rosto e deu-me um beijo forte, enquanto mais forte vinha pra dentro de mim. Ficamos algum tempo neste vai e vem.Com as duas mãos ele segurava forte os meus quadris e ditava o ritmo da nossa transa. Eu pedia mais e mais, gemia de prazer e me deliciava com a sua respiração cada vez mais ofegante. "Isso, goza gostoso!" , "Come o teu doce, come!". O ritmo aumentava cada vez mais, eu já não estava aguentando de tanto tesão mas não queria gozar sem que ele viesse junto comigo. rebolava minha bunda naquele pau duro e molhado. Foi quando ouvi a sua respiração ainda mais ofegante, seus gemido dizendo que estava vindo, ai! não aguentei e gozei ali, naquele cacete que me comia como ninguém.
Nos deixamos cair na cama, exaustos, alguns minutos de silencio e troca de carinhos, aquele olhar cúmplice e relaxado do momento de "depois", sorrisos estampados nos rostos. Descanso. E recomeçamos tudo outra vez, mas essa parte e tudo que veio depois ficam para os próximos posts.
Não havia jeito (nem motivo aparente, que servisse de desculpa) para ficarmos a sós. No entanto o desejo já se tornava incontrolável e era preciso nos vermos. Assim ele conseguiu sair mais cedo do trabalho e eu inventei um compromisso qualquer em uma cidade vizinha (o que justificaria a minha ausência por algumas horas). Nos encontramos. Entrei no carro já louca de vontade de saciar a sede por seus beijos, mas era um lugar público e não podíamos dar "chance ao azar". Fomos conversando e, como ele não era da cidade, perguntou-me se conhecia algum lugar onde pudéssemos ficar mais "tranquilos", ao que respondi que até então não havia tido necessidade deste tipo de lugar e também não conhecia nenhum, mas tinha uma vaga lembrança de ter visto algo numa estrada na saída da cidade.
Enquanto íamos naquela direção, as casas foram rareando, a circulação de pessoas também, o que nos permitiu rápidos beijinhos e alguns toques quase "sem querer querendo". Porém o desejo já era mais que evidente em nossos corpos, não havia como disfarçar nossa vontade. Foi então que coloquei minha mão sobre sua perna, deixando-a escorregar por entre suas coxas e sentindo o quanto seu pau já estava duro, naquele momento eu (que já estava molhadinha) senti ainda mais o meu corpo se derretendo e querendo-o dentro de mim. Ele colocou sua mão na minha coxa tocando de leve o meu sexo, estremeci de prazer com aquele simples gesto (nossa! não via a hora de chegarmos!). Avistamos a indicação da entrada e ali estávamos.
Assim que colocamos o carro na garagem e a porta se fechou podemos nos entregar ao tesão que sentíamos, foi um beijo longo,cheio de saudade, mas acima de tudo repleto de desejo. Subimos as escadas que levavam até o quarto (eu ia na frente e "fingia" que não reparava ele olhando o meu rabo). Chegando lá foram mais amassos, sentia o seu corpo quente. Podia sentir outra vez o seu cheiro, o seu corpo tocando o meu (e que corpo!). Nossas bocas já não se desgrudavam, nossas línguas se misturavam numa ânsia de nunca mais se afastarem (pelo menos não por tanto tempo). Seus braços entrelaçavam-se nas minhas costas puxando-me ainda mais para perto de si, fazendo meu peito colar ao dele, minha anca colar a dele e assim sentir o quanto ele me queria. Agora suas mãos passeavam por dentro da minha blusa, num ritmo frenético procurando, e encontrando, meus seios, duros e com os mamilos entumecidos de prazer.
Ele tirou minha blusa, chupando cada um dos meus peitinhos, em alguns momentos tentando colocar os dois em sua deliciosa boca. Enquanto isso minha mão invadia suas calças, tocando aquele cacete que estava cada vez maior. Em alguns minutos já estávamos nus. Eu deitada na cama (bem na beirinha e com as pernas para fora dela) e ele ali na minha frente com a boca no meu clitóris, chupando-me todinha, dizendo o quanto gostava do meu sabor. Lambia-me. Chupava-me. E eu arqueava-me para que aquela língua conseguisse ir ainda mais fundo em mim. Suas mão me penetravam e via-o espreitar, pelo espelho, a minha face de prazer, de quem se deleita e que está prestes a gozar. Ele chupava cada vez mais, agora não metia apenas um dedo, mas dois e até três. Eu só conseguia repetir: "Não pára!" E assim gozei, ali, na boca dele, deixando-o sentir o sabor de todo prazer que ele havia despertado.
Em seguida,ele vem beijando minhas coxas, minha barriga e detem-se mais uma vez nos seios. Chupa-os e acaricia-os num misto de desejo e delicadeza que deixa-me ainda mais louca. Enquanto beija meu pescoço seu pau, ainda mais duro, roça o meu clitóris (ai, que delícia!). Ali , nus, corpos sedentos por estarem cada vez mais perto,cada vez mais junto. Mas como se não quisesse desperdiçar nenhum momento de prazer, não me penetra (ainda). Ficamos a curtir um ao outro, despertando todos os sentidos que nossos corpos permitem. Até que sem aguentar mais, minhas mão agarram a bunda dele firme e fazem com que aquilo tudo entre de uma só vez. Eu estava mais que úmida, completamente molhada e entregue a todo prazer que ele podia me dar. Espreitava, pelo espelho a minha frente, a bunda dele naquele movimento de vai e vem e a cada entrada um prazer infinito. Até que ele me colocou de quatro no centro da cama, nossos olhares se cruzaram no espelho, ele pegou nos meus cabelos com uma mão, na minha anca com a outra, posicionou-se e entrou com tudo. Quanto mais ele entrava, mais eu empinava o rabo para que pudesse ir mais fundo. Então puxou-me pelo cabelo, levantando meu rosto e deu-me um beijo forte, enquanto mais forte vinha pra dentro de mim. Ficamos algum tempo neste vai e vem.Com as duas mãos ele segurava forte os meus quadris e ditava o ritmo da nossa transa. Eu pedia mais e mais, gemia de prazer e me deliciava com a sua respiração cada vez mais ofegante. "Isso, goza gostoso!" , "Come o teu doce, come!". O ritmo aumentava cada vez mais, eu já não estava aguentando de tanto tesão mas não queria gozar sem que ele viesse junto comigo. rebolava minha bunda naquele pau duro e molhado. Foi quando ouvi a sua respiração ainda mais ofegante, seus gemido dizendo que estava vindo, ai! não aguentei e gozei ali, naquele cacete que me comia como ninguém.
Nos deixamos cair na cama, exaustos, alguns minutos de silencio e troca de carinhos, aquele olhar cúmplice e relaxado do momento de "depois", sorrisos estampados nos rostos. Descanso. E recomeçamos tudo outra vez, mas essa parte e tudo que veio depois ficam para os próximos posts.


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