16 de dezembro de 2009

Uma prenda inesperada

Era noite do dia 24 de Dezembro, todos em casa com suas famílias, quando o telemóvel toca. Marca "número desconhecido". A esposa pensando se tratar de alguém com intenções de felicita-los não vê mal em atender. Do outro lado da linha um homem com voz tremula chama pelo nome do dono do telemóvel e se identifica como seu funcionário. A mulher preocupada o chama e fica por perto. A voz se identifica e logo pede desculpas por estar importunando numa noite tão especial, mas depois de ligar para vários colegas e amigos, aquele era o último número disponível na agenda e o único que atendera. O rapaz explica que por ser de longe não tem com quem passar a noite de Natal, isso é muito triste, até mesmo porque esta noite lhe traz péssimas recordações. Assim o rapaz relata estar desesperado, prestes a cometer uma "loucura", mas antes disso precisava conversar com alguém e explicar os motivos pelos quais havia desistido de viver. A face do chefe fica pálida, ele se deixa cair na cadeira e só consegue dizer: -Calma! Estou indo para aí, não faça nada até eu chegar. A mulher, sem entender, recebe uma rápida explicação e o pedido de desculpas por não poder ficar para a ceia, mas parece ser algo realmente grave. Apesar de chateada ela acente com a cabeça enquanto ele já está de saída pela porta.

Entra no carro nervo e segue as descrições de caminho que o rapaz havia lhe passado.

Ao chegar percebe um letreiro luminoso e, simultâneamente, recebe uma sms: "desculpa pela 'mentira' e por deixar-te preocupado.Espero-te no quarto 307".
Sem entender nada, e sem sair do carro, interfonou para o porteiro e avisou que estavam a sua espera. Imediatamente abriu-se a garagem. Ele estacionou, ainda meio atordoado com tudo aquilo, entrou no elevador e foi até o local combinado.

A porta estava entre-aberta e ele entendeu que poderia entrar sem bater. Já na entrada pétalas de flores cobriam o chão e indicavam o caminho a seguir. Com passos largos e desconfiados adentra o quarto, sem entender os motivos porque alguém que está tão deprimido teria tanto trabalho para enfeitar um quarto de hotel.

Já avistava, junto com as pétala, várias velas. Lembrou-se que ainda não tinha mandado as felicitações natalícias para alguém muito especial. Ao sacar o telemóvel do bolso para mandar-lhe uma sms, entendeu tudo. A sua frente: ELA, linda com uma pequena fantasia de Mãe Natal. Uma minúscula saia vermelha, um corpete na mesma cor e que deixava seus contornos ainda mais belos, botas brancas de cano alto e um gorro que dava um charme especial.

Ela se aproximou e, ao pé do seu ouvido, sussurrou: - Desculpa a pequena mentira, meu amor, mas não vi outra maneira de conseguir tirar-te de casa nessa noite. E não saberia passa-la sem você.

Antes mesmo que ela terminasse a frase, as mãos dele já envolviam a sua cintura e aproximavam seus corpos. Sem responder nada deu-lhe um longo e molhado beijo, como aqueles que dão os casais que não se vêem a muito tempo.

- Quando chegou? Por que não me avisou? Ia-te buscar ao aeroporto.
- E estragar a surpresa? Nem pensar. Cheguei pela manhã e não via a hora de estarmos juntos outra vez.

As mão dele passeavam por suas coxas, por sua bunda, por seus peitos, meio que sem saber por onde começar a matar a saudade. Suas bocas não se desgrudavam. e as mãos dela também percorriam aquele delicioso corpo que jamais esquecera.

Num rompante de desejo, ela tirou a camisa dele, beijou e deliciou-se naquele peito, apertou-o contra o seu corpo, como se nunca mais fosse soltar. Continuo descendo. Abriu-lhe o cinto. As calças. Lentamente baixou-lhe os boxers e sem pensar em mais nada saciou a vontade de te-lo outra vez entre seus lábios. Aquele pau duro entrava e saia de sua boca. Ela ali, ajoelhada aos seus pés, brincava com a língua em sua glande, ,sugava, mordiscava... e volta a chupa-lo.

O desejo, cada vez mais evidente, fez com que ele a deitasse na ponta da cama. Tirou sua calcinha e por sua vez começou a chupa-la. Parava por breves instatantes para admira-la e tentar acreditar que aquilo tudo estava acontecendo de verdade. Em seguida voltava a chupa-la com todo ardor e todo desejo que havia recolhido nos meses que estavam distantes. Sua língua passava pelos mais secretos recantos, os quais só ele conhecia e sabia o quanto lhe davam prazer. Seus dedos a invadiam, fazendo gemer ainda mais alto e suplicar para que não parasse. -Isso amor! vai! Deixa eu gozar na tua boca! Não pára! Ele apenas obedecia, até porque já não conseguia livrar-se daquelas pernas que circundavam o seu pescoço aumentando ainda mais a pressão que fazia. Chupava cada vez com mais força, com mais tesão, até que o gemido até então contido, explode no ar, e vê aquele corpo relaxado sobre a cama.

Lentamente tira cada uma das botas. A saia. E o corpete. A tem nua, toda sua sobre a cama. Seus corpos não contentes querem mais, cada vez mais. Ela sorri. Ele a beija, primeiro na boca, depois no pescoço e nos seios. Se detêm em cada um deles, como que relembrando entre os lábios, o formato de cada um dos mamilos.
Seu membro teso roça a vulva dela, num vai e vem cada fez mais frenético. Até que: - Vem, meu amor! Vem gostoso! Vem pra dentro de mim! Vem!
Sem pensar, ele enfia todo o membro rijo de uma só vez naquele reconcavo quente e úmido que estava a sua espera. E ali ficou, num vai-e-vem repleto de desejo. Apertavam um corpo sobre o outro, como se fosse possível transformar-se em um só.
Ele a virou, colocou-a "de gatas", meteu-lhe numa só estoca aquele pau impressionantemente duro. Puxava-lhe o cabelo e ouvia: -Isso gostoso! Me pega de jeito! Mete com tudo! Vai!
Ele obedecia a todas as suas "ordens" e ia cada vez com mais força, com mais desejo. Até que entre gemidos e palavra mal ditas: -Ai! Isso! Não pára, gostoso! Vem junto comigo!Vem! Vamos gozar junto! Ai! Isso! Nesse momento ele já não aguntou e exlpodiu dentro dela. Juntos. Mais uma vez chegaram ao ecstase. Sim, eram um só sentindo, o mesmo prazer, ao mesmo tempo. Tudo como se não tivessem ficado um só minuto distante.

3 de outubro de 2009

AMOR AMANTE

Autor: Carlos Saad

Ah, esse teu perfume que me deixa

saudade e desperta doce lembrança,

ainda está em minhas mãos


Ah, esse teu olhar que minh'alma invade

e me desnuda a ser em louco desejo,

e desperta doce lembrança,

ainda está em meu olhar


Ah, esse teu corpo que se entrega

e se perde na carícia, no beijo,

e que recebe meu corpo quase cego,

e desperta doce lembrança,

ainda sinto ao meu lado


Ah, esse amor que me consome,

maltrata sufoca e conforta,

é alimento, é vida, sabor de pecado...

faz renascer minh'alma quase morta


Ah, essa saudade que sinto atodo instante

e desperta doce lembrança,

é a certeza de que vivo,

de que amo e sou amante

4 de setembro de 2009

Mais uma tarde (na versão dele)

Nesse dia combinamos encontrarmo-nos no final da tarde, eu ia apanhá-la na estação do comboio e seguiamos sem delongas para um Motel perto.

Quando ela chegou na estação eu já estava com o carro á porta e ela entrou, como tínhamos que ser discretos não nos beijamos, mas a vontade de o fazer era enorme de ambas as partes, arranquei com o carro e dirigimo-nos para o Tal Motel.

Chegados ao local, entramos, a vontade de tirar as roupas e nos agarrarmos era enorme, pois dentro do carro as nossas mãos já tinham iniciado umas brincadeiras mais intimas, portanto a vontade era enorme.

Quando entramos no quarto eu pedi-lhe que tirasse a roupa bem devagarinho, queria apreciar aquele momento, as suas mãos dirigiram-se lentamente aos botões da camisa que ela trazia, foi desabotoando os botões bem devagar deixando-me ver os seios tapados por um soutien vermelho muito sexy de onde de notava como os seus seios eram fartos, trazendo-me á memória que aqueles seios eram tão macios como o tecido que naquele momento os tapava, virou-se de costas e pelo movimento das suas mãos consegui perceber que desabotoava as calças e iniciou uma lenta descida, com este movimento o seu rabo ficou desnudo, trajava uma cuecas pequeninas da mesma cor e tecido que o sutiã, que rabo maravilhoso, o quanto eu queria estar com o meu pau bem no meio daquelas nádegas, tive que me segurar para não me deixar levar e possui-la naquele exacto momento.

Assim que ela terminou de tirar as calças, virou-se novamente de frente e começou a deslocar as alças do sutiã pelos ombros e depois pelos braços tirando cada um dos lados, ficando este somente seguro pela parte de trás onde ela levou uma das suas mãos e o desapertou segurando como braço livre, deixando-o depois descair lentamente e foi-me mostrando um seio de cada vez, tocando ao de leve nos seus mamilos, que já encontravam bem entumecidos.


Lentamente levou a outra mão livre até ao inicio das minúsculas cuecas e afastando ligeiramente o elástico destas introduziu a mão no seu interior, afastando ligeiramente o tecido para ficar com “espaço de manobra” e também para que eu visse que ela iniciava um movimento de vai e vem, os seus dedos estavam já no interior da sua vulva. Dirigiu-se á cama onde se deitou e retirou as ditas calcinhas deixando-me ver todo o seu sexo, como estava Húmida, agora sem as calcinhas estava totalmente livre para que os seus dedos invadissem a sua vulva e como era uma vista fenomenal, aquela Linda Mulher ali, se tocando só para mim, o meu desejo era cada vez maior, mas eu tinha que me segurar, pois tinha preparado algo para nós os dois.
Dirigi-me a um pequeno saco que eu tinha trazido comigo e de lá retirei dois pares de lenços de seda, bem macios, mas resistentes, fui até junto dela e disse-lhe: - Deixa-te levar e não te preocupes, confia em mim. Ela assentiu e esboçou até um sorriso, também o queria. Prendi cada um dos seus braços e pernas aos cantos da cama, com nós ligeiramente soltos, para que ela se sentisse mais segura, Ela ficou ali na cama completamente nua, indefesa de pernas bem abertas com o seu corpo totalmente á mercê das minhas vontades.

Dirigi-me novamente á sacola que comigo tinha trazido e retirei de lá um pequeno frasco que continha um óleo afrodisíaco, tirei toda a minha roupa expondo todo o meu membro completamente erecto e cheio de vontade de tomar aquele corpo. Assim que cheguei junto dela abri o frasco e fui vertendo muito lentamente o óleo pelo corpo dela, o seu corpo estremecia ligeiramente quando o óleo tocava a sua pele, pois o seu corpo estava quente e o óleo frio, assim que a terminei de colocar os óleo no seu corpo com as minhas mãos iniciei movimentos leves para o distribuir por todo o seu corpo, passando pelos braços, pelos ombros, pelo pescoço, pelos seus seios onde me demorei um pouco mais, pelo seu abdómen, pelas suas pernas, pelos seus pés massajando todas as áreas com muito carinho, subi novamente pelo interior das suas pernas e alcancei o seu sexo que estava completamente molhado, as minhas mãos pararam bem juntinho da entrada da sua vulva, olhei-a nos olhos e enquanto a olhava ia introduzindo os meus dedos dentro daquela vulva toda molhada e aberta, cheguei o rosto e comecei a beijar a toda á volta do seu sexo, bem devagarinho, quase que a obrigando a pedir para que eu a chupasse.

As suas mãos presas não deixavam que ela agarra-se a minha cabeça e a colocasse bem no meio das suas coxas, mas ela dava jeitos com a anca, colocando a sua vulva bem ao alcance da minha língua, está claro que eu queria tocar naquela maravilhosa vulva com a minha boca, mas teria que ser na hora que eu escolhesse, mantive-me assim por mais algum tempo, via-a arquear o seu corpo de cada vez que os meus dedos entravam nela, ouvia a sua respiração e os murmúrios de prazer que se soltavam da sua boca. Então, não aguentando mais, coloquei os meus lábios naquele doce néctar e chupei-a. Entrava e saia dela com os meus dedos, a minha língua rodeava o seu clítoris, fazia pressão com a minha boca contra a sua vulva, como era doce o seu sabor, nesse momento ela atingiu um orgasmo. Como era bom senti-la assim, o seu corpo estremecendo ao toque dos meus lábios. Ela estava presa e não conseguia parar o meu toque, os seus gemidos eram altos e eu estava adorar sentir todo o seu corpo vibrar.

Levantei-me, dirigindo-me uma vez mais á sacola, tirei um vibrador que tinha adquirido juntamente com o óleo de massagem numa pequena sexshop, perto da estação do comboio, quando a tinha ido buscar.
Cheguei-me a ela, beijei-a apaixonadamente, olhei-a nos olhos, ela assentiu com a cabeça reforçando com as suas palavras: - Sim, Meu Amor.
Agarrei no objecto e iniciei uma massagem com o meu corpo por cima do dela, bem lentamente, ia esfregando todo o meu corpo no dela, o meu peito contra o peito dela, a minha anca ligeiramente abaixo da sua para que o meu membro tocasse ligeiramente a sua vulva, nunca entrando. Ambos os corpos estavam agora cobertos de óleo, agarrei no Vibrador e fui lentamente forçando a sua entrada, mas como ela estava tão lubrificada este entrou sem grande esforço. Estava já todo dentro dela, a sua boca soltava gemidos, a sua anca movia-se cada vez mais rápido de encontro á mão que tinha o objecto que a possuía. Como eu estava adorar vê-la assim.

Coloquei-me no meio das suas pernas, ia introduzindo o vibrador com uma mão enquanto com a outra massaja o seu clítoris procurando de vez em quando olhar o seu rosto, que com os olhos fechados, fazia uma cara de enorme prazer.

O meu membro estava completamente erecto, duro, queria aquele corpo, queria entrar nela, como eu a desejava. Posicionei o meu pau bem na entrada do seu rabo e deixei ficar assim encostado. Ela Abriu os olhos e disse-me: - oh! Sim, quero sim meu Amor. Então, como o meu membro estava totalmente lubrificado pelo Óleo tal como o seu ânus, fui entrando devagarinho, ao mesmo tempo que o vibrador entrava e saia da sua vulva, cada vez mais molhada, a ponto de escorrer para o Ânus facilitando ainda mais a minha entrada. Lentamente iniciei um movimento de vai e vem no seu cuzinho, tão apertadinho, tão deliciosamente maravilhoso, como era bom estar assim bem dentro daquele rabinho perfeito.

Minha mão não parava de massajar aquele clítoris, meu falo entrava e saia daquele rabo maravilhoso e o vibrador entrava cada vez mais fundo dentro dela. Os movimentos de vai e vem eram cada vez mais frenéticos, a nossa respiração forte e ofegante, os gemidos tinham-se já tornado palavras confusas de desejo, tais como: - Oh, sim! Bem fundo, como te quero, isso não pára, assim meu Amor.

Era o momento os nosso corpos estavam completamente entregues, não aguentávamos mais. Explodimos ambos num enorme êxtase, eu vim-me bem dentro dela, ao mesmo tempo olhava-a e via o seu corpo sacudir de ondas de prazer, das nossas bocas saiam gemidos que se poderiam ouvir a uma distância considerável, como gozamos juntos aquele momento.

Deixe-me cair ao seu lado na cama, beijei-a e disse-lhe ao ouvido: -Que Mulher Maravilhosa, como és Perfeita. Ela respondeu ao meu beijo com outro bem prolongado, bem delicioso.

Para que ela ficasse mais á vontade soltei seus braços e suas pernas daqueles lenços macios que a prendiam á cama, assim que o fiz, ela colocou os seus dois braços em volta do meu pescoço e me puxou para ela, me dando mais uma série de beijos, o que levou a que nossos corpos respondessem uma vez mais ao nosso desejo de ser um do outro.

E assim foi um final de tarde (já noite) perfeito, quando ela esteve completamente á vontade dos meus desejos.

29 de agosto de 2009

Uma história que ganhei de presente


O Regresso: (Nada mais que uma fantasia, pois ao que parece o nosso reencontro ainda estará a um longo tempo de distância.)


Como combinado no nosso ultimo telefonema, apresentei-me na gare do aeroporto para ir ao seu encontro, o meu nervosismo era enorme tal como o desejo de voltar a ter os seus lábios de encontro aos meus, todo o meu corpo tremia, não sei se de nervoso ou de todo um desejo reprimido ao longo de dois longos anos (sem sentir o seu cheiro o seu sabor na minha boca o toque quente da sua pele).


Coloquei-me bem na primeira fila junto do portão de desembarque, o seu avião, conforme informação do placar de chegadas, já tinha aterrado fazia uns cinco minutos, seria uma breve questão de tempo e os meus olhos voltariam a ver aquela de quem eu sentia tanta Saudade, como eu estava ansioso. Mais um pouco, dizia eu para comigo mesmo, mas a minha mente já pensava em como ela tão deliciosa e como eu a queria tanto, estes “pensamentos” já começavam a transpirar para o exterior, dando sinais visíveis de como eu estava excitado, o meu membro já estava duro, só com a simples ideia de voltar a estar dentro dela, nas mãos dela, entre os seus seios, na sua boca quente sentindo a sua língua na minha glande.


Foi então que as pessoas do seu voo começaram a sair do portão de desembarque, ai nesse momento deixei as minhas fantasias de lado e concentrei toda a minha atenção para o referido portão.Parecia que ela nunca mais saia… mas uns segundos apenas tinham decorrido, segundos que para mim pareciam meses de espera, Ela saiu...


Finalmente depois de tanto tempo a vê-la somente através do ecrã do meu PC eis que finalmente se encontrava a apenas alguns metros do alcance das minhas mãos, de todo o meu desejo de a possuir. Como ela estava Linda, vinha com o seu cabelo solto cortado um pouco abaixo dos ombros com uma calça que fazia notar perfeitamente as curvas da sua anca, uma camisola com um decote generoso que fazia notar como os seus seios eram fartos e deliciosos, que vista tão perfeita.


Ela me avistou um sorriso sincero surgiu dos seus lábios e os seus passos aligeiraram-se na minha direcção.


Assim que ela chegou junto de mim, pude sentir de imediato o cheiro do seu perfume, que logo trouxe sensações deliciosas em todo o meu corpo e novamente o meu membro deu sinais de a querer, os meus olhos perderam-se nos dela, a minha vontade de a agarrar de a beijar era tão grande, mas não poderia ser satisfeita dado que estávamos na presença de muitas pessoas e tínhamos que continuar a ser bastante discretos.


- Olá disse-me ela. Que voz! Uma voz que tinha ouvido tantas e tantas vezes bem junto do meu ouvido gemer de prazer e de dizer o quanto me queria, assim, bem dentro dela, bem fundo e forte.


-Olá meu doce, respondi Eu -quanto tempo. Beijei-lhe o rosto, não sendo esse o meu desejo, seria mais agarrar todo aquele ser, trazendo o seu corpo para bem perto do meu, sentindo os seus seios de encontra o meu peito, sentindo como eles eram tão deliciosos.


Os nossos olhos encontraram-se e ali ficaram a mirar-se, falando sem sequer mexermos os lábios, na minha cabeça ouvia a sua voz: - como te quero, meu Amor.


Nem mais um momento aguardamos, procuramos imediatamente uma casa de banho do aeroporto, conseguimos descobrir uma num lugar mais distante do desembarque em que não se encontrava ninguém junto das portas de acesso e como eram tapadas por um separador pudemos entrar na mesma casa de banho sem que ninguém se apercebesse que eu entrava num banheiro Feminino.


Lá dentro não se encontrava ninguém, apressamo-nos a entrar num cubículo, juntamente com a bagagem, o que fez o lugar ficar ainda mais apertado, obrigando os nosso corpos a ficar bem juntinhos. Isso fê-la notar como o meu membro já se encontrava tão duro e erecto. Beijámo-nos, um beijo bem prolongado, a minha língua tocou a sua, como eu pude sentir novamente a doçura da sua boca, enquanto nos beijámos a sua mão partiu de imediato para dentro das minhas calças tocando o meu pau, completamente erecto de tanto de desejo. Tal como as dela, as minhas mãos partiram á descoberta das suas partes mais íntimas, abri o botão das calças dela num ápice, desci o fecho e senti como ela me desejava, como a calcinha dela estava húmida, não resisti, deixei a sua boca, coloquei-me de joelhos no chão enquanto ela se sentava na sua bagagem, desci as suas calças, tirei-lhe as calcinhas e sem qualquer demora coloquei a minha cabeça entra as suas coxas, que saudades de sentir todo o seu sabor na ponta da minha língua, como a minha língua brincava uma vez mais no seu clítoris. Ela abriu ainda mais as suas pernas para que a minha língua entrasse na sua vulva, assim fiz, entrei que delicia, a mão dela procurou a minha cabeça e me puxou ainda mais para dentro daquele corpo arqueado de desejo, as minhas mãos agarram as suas nádegas e puxei-a ainda mais para mim, pressionando os meus lábios contra a sua vulva, como eu a sentia abrir-se para mim, como a sua respiração se tornou tão ofegante e cada vez mais rápida.


Libertei uma das suas nádegas e enquanto a minha língua ia dançando no seu clítoris os meus dedos entraram bem fundo dentro dela, ela soltou um gemido profundo de prazer, pressionando ainda mais forte o minha cabeça contra ela, então senti que ela ia explodir de prazer na minha boca, o quanto eu queria isso, fazia tanto tempo que eu o desejava.


Alguém entrou na casa de banho, ela apercebeu-se disso, mas isso não a impediu de atingir o orgasmo, fê-lo em silêncio, eu olhava para ela e via o seu corpo contorcer-se de prazer podia sentir as convulsões que o seu corpo dava, os seus olhos encontraram os meus e um largo sorriso apareceu nos seus lábios.


Levantei-me e as minha mãos entraram na sua camisola sentindo de imediato os seus seios, beijo-os ambos com o mesmo carinho e coloquei cada um dos seus mamilos, completamente entumecidos, na minha boca, brincado com a minha língua em volta de cada um deles, enquanto ela me beijava a cabeça, beijei os seus ombros, fui até ao pescoço, beijando bem de leve, não resisti mais, o meu pau doía de tanto tesão, de tanto desejo de a possuir. Virei-a de costas e desci as minhas calças, apoiei-a na sua bagagem, afastei ligeiramente as suas pernas, uma de cada vez, aproveitando para passar a mão na sua vulva enquanto passava de uma perna para a outra e finalmente de uma só vez coloquei todo o meu pau dentro dela, como ela estava quente, bem aberta para receber o meu pau todo de uma só vez, que delicia como eu tinha sonhado com aquele momento e finalmente se concretizava.


Entrava e saia dela, rebolava-me de encontro às suas nádegas enquanto minha mão puxava ligeiramente os seus cabelos, enquanto amaciava as suas costas, minha anca batia cada vez mais forte de encontra às suas nádegas, os meus dedos procuraram o seus clítoris e iam amaciando-o, cada vez com mais intensidade, a respiração de ambos era cada vez mais ruidosa, gemidos saiam das nossa bocas involuntariamente, o meu desejo aumentava e eu tentava de cada penetração ir mais fundo, podia sentir como estávamos tão lubrificados por tanto desejo, já escorria pelas nossa pernas, e cada penetração era acompanhado por um breve bater de dois corpos um de encontro ao outro dada era a intensidade da penetração, não conseguia aguentar nem mais um minuto e senti na sua respiração e pelas contracções do seu corpo que ela atingia novamente o orgasmo e deixei-me ir, atingi um clímax como não acontecia á muito tempo, junto com ela, explodi de prazer bem dentro dela, levantei-a puxando o seu corpo de encontro ao meu, os meus braços circundavam o seu abdómen e minha boca estava bem perto do ouvido dela, para que ela pudesse ouvir os meus gemidos de prazer.


E assim ficamos por uns momento até que o clímax passa-se e nossos corpos recuperassem novamente, sai bem devagar de dentro dela, colocando o meu pau entre as suas nádegas enquanto relaxava um pouco mais, sua cabeça se virou e procurou os meus lábios, deu-me um beijo, que beijo delicioso como eu queria aqueles beijos tão carinhosos, aqueles beijos de quem acabou de atingir um momento perfeito e está completamente calmo e relaxado, que sensação tão maravilhosa.


Limpámo-nos, vestimos as nossas roupas e saímos com bastante cuidado para que ninguém se apercebesse de nada, claro que seria impossível as pessoas não se aperceberem, para isso bastaria olhar para as nossas caras, para os nossos olhos, pois podia-se notar perfeitamente através das nossas faces vermelhas, dos nosso rostos iluminados de felicidade e satisfação.


Parecia impossível as únicas palavras que tinha-mos trocado foram uns simples “Olá”, nada mais dissemos desde todo aquele tempo que ela tinha chegado junto de mim. Não precisava-mos de dizer nada os nossos corpos sabiam exactamente aquilo que cada uma de nós queria e procurava no outro.


Claro está que nos apressamos a deixar o Aeroporto e procurar um lugar onde pudéssemos uma vez mais extravasar os nossos desejos, colocar as nossas conversas em dia, mas essa parte será para mais tarde…


Para sempre Teu.

13 de agosto de 2009

Hoje acordamos juntos

Hoje fez exatamente 1 ano que não nos vemos. Não sei se por acaso, por coinscidência, por transmissão de pensamento ou por uma energia que não se desliga, esse foi o primeiro pensamento que me veio quando acordei.
E acordei sem vontade de acordar, com aquela preguiça gostosa que nos prende na cama e ali fiquei. Com o pensamento em vários de nossos encontros e outros tantos que ainda estão só na imaginação. Ali me deixei ficar, embaixo das cobertas, pois fazia um friozinho leve, daqueles em que só se quer é estar bem acompanhada.
Quando percebi minhas mãos percorriam os meus seios... dali para o meu ventre e já não eram mais as minhas mãos, mas as dele, que iam descendo e percorrendo cada recanto do meu corpo. fechei os olhos e me entreguei sem vergonha ou pudor àquelas lembranças.
Era ele quem percorria as minhas coxas, entre as minhas pernas, com sua boca sedenta, com suas mãos de pegadas fortes. Era dele a língua que encontrava o meu sexo, que sentia o meu sabor e eu ali, de olhos fechados, me deliciava com a sensação de te-lo outra vez, tão perto... tão, deliciosamente, perto de mim.
Enquanto sua boca desfrutava daquele líquido todo que teimava em denunciar o meu tesão e percebia quanto o desejava, seus dedos me penetravam, dando uma prévia de todo prazer que ainda estava por vir.
Meu corpo já arrepiava-se com aquelas imagens, quase gozando. Foi então que foi subindo lentamente, beijando minha barriga, meus seios até chegar aos meu pescoço. Disse-me baixinho ao ouvido: "vira-te, quero-te de quatro pra mim". Sem questionar, virei-me, de olhos bem fechados para não deixar nenhum segundo daquela imagem maravilhosa escapar. Foi quando senti-o entrando com força, com aquele pau duro, todo dentro de mim. As mão pegavam-me pelas ancas, seguravam-me firme, enquanto todo aquele membro entrava e saia de mim... e cada vez que saia estava mais molhado e ainda mais desejoso de estar lá dentro, e assim minhas mãos iam e vinham, sentindo o calor que emanava de todo o meu corpo.
Quando já quase não aguentava mais, segurei-me um instante e a lembrança dele dentro do meu cuzinho invadiu-me a mente, meus dedos já pareciam poucos para tanta busca por prazer. Me reacomodei na cama, de modo a conseguir tudo que eu queria, tudo o que eu nunca vou esquecer. Ele por trás de mim, enfiando tudo aquilo no meu rabinho enquanto suas mãos massageavam e brincavam na minha bucetinha. E assim não aguentei... explodi num dos mais longos momentos de prazer que já fui capaz de me dar e ele ali "marotamente" sorria pra mim com quem diz: "Bom dia, meu doce! Sempre que quiser estarei aqui!"