Massagem.

Daquelas em que se está nua. Deitada de costas, numa cama bem grande. Feita com óleo aromático.
Daquelas que começam no pescoço. Descem pelas costas, e se detém em cada pedacinho dela. Vão aos braços. Voltam às costas. Passam pela curva que chega à anca. Passa pelo rabo. Pelas coxas. Pela parte interna das coxas, bem lentamente, como se ali fosse ficar. Mas segue descendo até chegar aos pés. Tudo isso de forma lenta, com a mistura certa entre o peso das mãos e a delicadeza do toque.
Besuntados de muito óleo é como se os corpos deslizassem um pelo outro com vontade própria, procurando desbravar e descobrir cada pedacinho de pele ainda não tocado, não acariciado.
Depois de chegar aos pés as mãos voltam a subir, mais uma vez, pela parte interna das penas. Chegam ao rabo. E ali ficam por alguns instantes. Descem novamente e, dessa vez, não resistem a entrar na escuridão, que nua se oferece. Os corpos, já um sobre o outro, agora massageam-se de forma mais íntima, nas partes íntimas.
Ele deitado sobre as costas dela. Ela completamente entregue aos desejos dele, que são os mesmos seus. O pau encosta de leve em seu cuzinho, e espera a reação dela. que empina ainda mais o rabo, assim a mão dele encontra o sexo dela, húmido e quente. Ele a toca com vontade, vontade de voltarem a ser um só. Enquanto isso ela vira levemente o rosto, acente com a cabeça e diz baixinho: "isso, gostoso, come o meu cuzinho". E como se fosse uma ordem, assim o fez. Bem devagar. Foi adentrando. Sem nunca deixar de toca-la, de sentir o desejo dela na ponta de seus dedos. Ela dizia: "isso, não pára!" e não parou, mexendo e entrando cada vez mais. Até que ambos não aguentaram e entregaram-se ao ecstase total, ao prazer supremo e ali gozaram, ao mesmo tempo, como se fossem apenas um.

Daquelas em que se está nua. Deitada de costas, numa cama bem grande. Feita com óleo aromático.
Daquelas que começam no pescoço. Descem pelas costas, e se detém em cada pedacinho dela. Vão aos braços. Voltam às costas. Passam pela curva que chega à anca. Passa pelo rabo. Pelas coxas. Pela parte interna das coxas, bem lentamente, como se ali fosse ficar. Mas segue descendo até chegar aos pés. Tudo isso de forma lenta, com a mistura certa entre o peso das mãos e a delicadeza do toque.
Besuntados de muito óleo é como se os corpos deslizassem um pelo outro com vontade própria, procurando desbravar e descobrir cada pedacinho de pele ainda não tocado, não acariciado.
Depois de chegar aos pés as mãos voltam a subir, mais uma vez, pela parte interna das penas. Chegam ao rabo. E ali ficam por alguns instantes. Descem novamente e, dessa vez, não resistem a entrar na escuridão, que nua se oferece. Os corpos, já um sobre o outro, agora massageam-se de forma mais íntima, nas partes íntimas.
Ele deitado sobre as costas dela. Ela completamente entregue aos desejos dele, que são os mesmos seus. O pau encosta de leve em seu cuzinho, e espera a reação dela. que empina ainda mais o rabo, assim a mão dele encontra o sexo dela, húmido e quente. Ele a toca com vontade, vontade de voltarem a ser um só. Enquanto isso ela vira levemente o rosto, acente com a cabeça e diz baixinho: "isso, gostoso, come o meu cuzinho". E como se fosse uma ordem, assim o fez. Bem devagar. Foi adentrando. Sem nunca deixar de toca-la, de sentir o desejo dela na ponta de seus dedos. Ela dizia: "isso, não pára!" e não parou, mexendo e entrando cada vez mais. Até que ambos não aguentaram e entregaram-se ao ecstase total, ao prazer supremo e ali gozaram, ao mesmo tempo, como se fossem apenas um.


3 comentários:
Olá, parabéns pelo blogue! referenciei-vos no "Blogues Eróticos Tugas". Espero que não se importem.
Tenham um bom fim de semana.
Abreijos.
Oi, temos um selo de "Blogue Recomendado" para pores aqui no teu cantinho...
Mais uma vez parabéns pelo blogue e continuação de boas postagens.
ai ai ai , por favorrrrrrrrr eu queroooooooooooooooooooooooooo!!!!! arrepia até a almaaaaa, d +
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