
Mais de um mês já havia se passado e eu ainda não consegui (e nem queria) apagar aquelas imagens e sensações do meu corpo. Em muitas noites - sem saber - ele veio me visitar e voltávamos para a tenda, como naquela noite fria em que nossos corpos ferviam de prazer.
Hora do inevitável reencontro... meio sem saber como agir, rodeados dos mesmos amigos que não poderiam jamais saber o que havia se passado, a proximidade reavivava ainda mais a memória. O mais fácil seria fazer de conta que nada tinha acontecido e não tocar mais no assunto. Acredito que seria isso mesmo que teria acontecido se aquela noite não tivesse sido tão marcante e tão deliciosa.
Nas primeiras vezes, apenas conversas informais e indiretas deixavam escapar o desejo de repetir a aventura, mas as oportunidades não surgiam.
Até que em um dia de chuva, uma "inocente" carona de alguém que não queria ver sua amiga molhada (pelo menos não de chuva) termina em um caloroso beijo que reacende todo o desejo e não deixa dúvida a respeito da intenção mútua de estarmos juntos "pelo menos mais uma vez".
Agora o risco era ainda maior, com as companheiras de apartamento em casa (e talvez acordadas) teríamos que passar até meu quarto sem sermos notados. Entrei na frente, conferi o "terreno" e passamos rapidamente. Foi apenas o tempo de fechar a porta e deixar transparecer a vontade de ser tomada mais uma vez.
Os corpos já não conseguiam afastar-se. Em um instante já estávamos sem a parte de cima de nossas roupas, meus seios com mamilos entumecidos passavam no peito bem definido e firme dele. O tesão aumentava, sentia o corpo dele quente, a respiração cada vez mais ofegante, sussurrando no meu ouvido o quanto me queria.
Lentamente deixei cair a calça no chão e com ela também a calcinha, permitindo que ele me tocasse notando o quão molhada já estava. Então, quando eu achava que ele viria para dentro de mim, começa a beijar meus seios, minha barriga, minha coxa... apoio meu pé em uma cadeira que estava ao nosso lado, abrindo-me ainda mais para sentir a língua que me chupava e lambia, enquanto os dedos me penetravam. Por mais que tentasse, era impossível não gozar e foi o que fiz.
Baixando a perna, uma abraço forte e aconchegante seguido se um beijo que despertava ainda mais a libido.
Com os corpos nus sentia o pau dele cada vez mais duro e próximo do meu clitóris. Assim rossávamos nossos corpos, fazendo como que eu já quase implorar pela penetração.
Quando eu já não aguentava mais, me colocou de quatro sobre a minha cama, segurou-me pelo quadril de forma firme e penetrou-me de uma só vez. Ai, que delícia!!!! E assim muitas e muitas vezes.
Como da outra vez, o perigo de ser descobertos só fazia aumentar o desejo de alcançar o orgasmos de que já sabíamos que eramos capazes. Aumentamos o ritmo, eu rebolando e o sentindo cada vez mais dentro de mim, até que não aguentamos e nos entregamos ao ecstase recíproco.
No fim... ele volta pra casa e eu fico aqui relaxada, com um enorme sorriso e com mais lembranças para serem "utilizadas", enquanto a próxima vez não chega.
Hora do inevitável reencontro... meio sem saber como agir, rodeados dos mesmos amigos que não poderiam jamais saber o que havia se passado, a proximidade reavivava ainda mais a memória. O mais fácil seria fazer de conta que nada tinha acontecido e não tocar mais no assunto. Acredito que seria isso mesmo que teria acontecido se aquela noite não tivesse sido tão marcante e tão deliciosa.
Nas primeiras vezes, apenas conversas informais e indiretas deixavam escapar o desejo de repetir a aventura, mas as oportunidades não surgiam.
Até que em um dia de chuva, uma "inocente" carona de alguém que não queria ver sua amiga molhada (pelo menos não de chuva) termina em um caloroso beijo que reacende todo o desejo e não deixa dúvida a respeito da intenção mútua de estarmos juntos "pelo menos mais uma vez".
Agora o risco era ainda maior, com as companheiras de apartamento em casa (e talvez acordadas) teríamos que passar até meu quarto sem sermos notados. Entrei na frente, conferi o "terreno" e passamos rapidamente. Foi apenas o tempo de fechar a porta e deixar transparecer a vontade de ser tomada mais uma vez.
Os corpos já não conseguiam afastar-se. Em um instante já estávamos sem a parte de cima de nossas roupas, meus seios com mamilos entumecidos passavam no peito bem definido e firme dele. O tesão aumentava, sentia o corpo dele quente, a respiração cada vez mais ofegante, sussurrando no meu ouvido o quanto me queria.
Lentamente deixei cair a calça no chão e com ela também a calcinha, permitindo que ele me tocasse notando o quão molhada já estava. Então, quando eu achava que ele viria para dentro de mim, começa a beijar meus seios, minha barriga, minha coxa... apoio meu pé em uma cadeira que estava ao nosso lado, abrindo-me ainda mais para sentir a língua que me chupava e lambia, enquanto os dedos me penetravam. Por mais que tentasse, era impossível não gozar e foi o que fiz.
Baixando a perna, uma abraço forte e aconchegante seguido se um beijo que despertava ainda mais a libido.
Com os corpos nus sentia o pau dele cada vez mais duro e próximo do meu clitóris. Assim rossávamos nossos corpos, fazendo como que eu já quase implorar pela penetração.
Quando eu já não aguentava mais, me colocou de quatro sobre a minha cama, segurou-me pelo quadril de forma firme e penetrou-me de uma só vez. Ai, que delícia!!!! E assim muitas e muitas vezes.
Como da outra vez, o perigo de ser descobertos só fazia aumentar o desejo de alcançar o orgasmos de que já sabíamos que eramos capazes. Aumentamos o ritmo, eu rebolando e o sentindo cada vez mais dentro de mim, até que não aguentamos e nos entregamos ao ecstase recíproco.
No fim... ele volta pra casa e eu fico aqui relaxada, com um enorme sorriso e com mais lembranças para serem "utilizadas", enquanto a próxima vez não chega.


