16 de dezembro de 2009

Uma prenda inesperada

Era noite do dia 24 de Dezembro, todos em casa com suas famílias, quando o telemóvel toca. Marca "número desconhecido". A esposa pensando se tratar de alguém com intenções de felicita-los não vê mal em atender. Do outro lado da linha um homem com voz tremula chama pelo nome do dono do telemóvel e se identifica como seu funcionário. A mulher preocupada o chama e fica por perto. A voz se identifica e logo pede desculpas por estar importunando numa noite tão especial, mas depois de ligar para vários colegas e amigos, aquele era o último número disponível na agenda e o único que atendera. O rapaz explica que por ser de longe não tem com quem passar a noite de Natal, isso é muito triste, até mesmo porque esta noite lhe traz péssimas recordações. Assim o rapaz relata estar desesperado, prestes a cometer uma "loucura", mas antes disso precisava conversar com alguém e explicar os motivos pelos quais havia desistido de viver. A face do chefe fica pálida, ele se deixa cair na cadeira e só consegue dizer: -Calma! Estou indo para aí, não faça nada até eu chegar. A mulher, sem entender, recebe uma rápida explicação e o pedido de desculpas por não poder ficar para a ceia, mas parece ser algo realmente grave. Apesar de chateada ela acente com a cabeça enquanto ele já está de saída pela porta.

Entra no carro nervo e segue as descrições de caminho que o rapaz havia lhe passado.

Ao chegar percebe um letreiro luminoso e, simultâneamente, recebe uma sms: "desculpa pela 'mentira' e por deixar-te preocupado.Espero-te no quarto 307".
Sem entender nada, e sem sair do carro, interfonou para o porteiro e avisou que estavam a sua espera. Imediatamente abriu-se a garagem. Ele estacionou, ainda meio atordoado com tudo aquilo, entrou no elevador e foi até o local combinado.

A porta estava entre-aberta e ele entendeu que poderia entrar sem bater. Já na entrada pétalas de flores cobriam o chão e indicavam o caminho a seguir. Com passos largos e desconfiados adentra o quarto, sem entender os motivos porque alguém que está tão deprimido teria tanto trabalho para enfeitar um quarto de hotel.

Já avistava, junto com as pétala, várias velas. Lembrou-se que ainda não tinha mandado as felicitações natalícias para alguém muito especial. Ao sacar o telemóvel do bolso para mandar-lhe uma sms, entendeu tudo. A sua frente: ELA, linda com uma pequena fantasia de Mãe Natal. Uma minúscula saia vermelha, um corpete na mesma cor e que deixava seus contornos ainda mais belos, botas brancas de cano alto e um gorro que dava um charme especial.

Ela se aproximou e, ao pé do seu ouvido, sussurrou: - Desculpa a pequena mentira, meu amor, mas não vi outra maneira de conseguir tirar-te de casa nessa noite. E não saberia passa-la sem você.

Antes mesmo que ela terminasse a frase, as mãos dele já envolviam a sua cintura e aproximavam seus corpos. Sem responder nada deu-lhe um longo e molhado beijo, como aqueles que dão os casais que não se vêem a muito tempo.

- Quando chegou? Por que não me avisou? Ia-te buscar ao aeroporto.
- E estragar a surpresa? Nem pensar. Cheguei pela manhã e não via a hora de estarmos juntos outra vez.

As mão dele passeavam por suas coxas, por sua bunda, por seus peitos, meio que sem saber por onde começar a matar a saudade. Suas bocas não se desgrudavam. e as mãos dela também percorriam aquele delicioso corpo que jamais esquecera.

Num rompante de desejo, ela tirou a camisa dele, beijou e deliciou-se naquele peito, apertou-o contra o seu corpo, como se nunca mais fosse soltar. Continuo descendo. Abriu-lhe o cinto. As calças. Lentamente baixou-lhe os boxers e sem pensar em mais nada saciou a vontade de te-lo outra vez entre seus lábios. Aquele pau duro entrava e saia de sua boca. Ela ali, ajoelhada aos seus pés, brincava com a língua em sua glande, ,sugava, mordiscava... e volta a chupa-lo.

O desejo, cada vez mais evidente, fez com que ele a deitasse na ponta da cama. Tirou sua calcinha e por sua vez começou a chupa-la. Parava por breves instatantes para admira-la e tentar acreditar que aquilo tudo estava acontecendo de verdade. Em seguida voltava a chupa-la com todo ardor e todo desejo que havia recolhido nos meses que estavam distantes. Sua língua passava pelos mais secretos recantos, os quais só ele conhecia e sabia o quanto lhe davam prazer. Seus dedos a invadiam, fazendo gemer ainda mais alto e suplicar para que não parasse. -Isso amor! vai! Deixa eu gozar na tua boca! Não pára! Ele apenas obedecia, até porque já não conseguia livrar-se daquelas pernas que circundavam o seu pescoço aumentando ainda mais a pressão que fazia. Chupava cada vez com mais força, com mais tesão, até que o gemido até então contido, explode no ar, e vê aquele corpo relaxado sobre a cama.

Lentamente tira cada uma das botas. A saia. E o corpete. A tem nua, toda sua sobre a cama. Seus corpos não contentes querem mais, cada vez mais. Ela sorri. Ele a beija, primeiro na boca, depois no pescoço e nos seios. Se detêm em cada um deles, como que relembrando entre os lábios, o formato de cada um dos mamilos.
Seu membro teso roça a vulva dela, num vai e vem cada fez mais frenético. Até que: - Vem, meu amor! Vem gostoso! Vem pra dentro de mim! Vem!
Sem pensar, ele enfia todo o membro rijo de uma só vez naquele reconcavo quente e úmido que estava a sua espera. E ali ficou, num vai-e-vem repleto de desejo. Apertavam um corpo sobre o outro, como se fosse possível transformar-se em um só.
Ele a virou, colocou-a "de gatas", meteu-lhe numa só estoca aquele pau impressionantemente duro. Puxava-lhe o cabelo e ouvia: -Isso gostoso! Me pega de jeito! Mete com tudo! Vai!
Ele obedecia a todas as suas "ordens" e ia cada vez com mais força, com mais desejo. Até que entre gemidos e palavra mal ditas: -Ai! Isso! Não pára, gostoso! Vem junto comigo!Vem! Vamos gozar junto! Ai! Isso! Nesse momento ele já não aguntou e exlpodiu dentro dela. Juntos. Mais uma vez chegaram ao ecstase. Sim, eram um só sentindo, o mesmo prazer, ao mesmo tempo. Tudo como se não tivessem ficado um só minuto distante.