Nesse dia combinamos encontrarmo-nos no final da tarde, eu ia apanhá-la na estação do comboio e seguiamos sem delongas para um Motel perto.
Quando ela chegou na estação eu já estava com o carro á porta e ela entrou, como tínhamos que ser discretos não nos beijamos, mas a vontade de o fazer era enorme de ambas as partes, arranquei com o carro e dirigimo-nos para o Tal Motel.
Chegados ao local, entramos, a vontade de tirar as roupas e nos agarrarmos era enorme, pois dentro do carro as nossas mãos já tinham iniciado umas brincadeiras mais intimas, portanto a vontade era enorme.
Quando entramos no quarto eu pedi-lhe que tirasse a roupa bem devagarinho, queria apreciar aquele momento, as suas mãos dirigiram-se lentamente aos botões da camisa que ela trazia, foi desabotoando os botões bem devagar deixando-me ver os seios tapados por um soutien vermelho muito sexy de onde de notava como os seus seios eram fartos, trazendo-me á memória que aqueles seios eram tão macios como o tecido que naquele momento os tapava, virou-se de costas e pelo movimento das suas mãos consegui perceber que desabotoava as calças e iniciou uma lenta descida, com este movimento o seu rabo ficou desnudo, trajava uma cuecas pequeninas da mesma cor e tecido que o sutiã, que rabo maravilhoso, o quanto eu queria estar com o meu pau bem no meio daquelas nádegas, tive que me segurar para não me deixar levar e possui-la naquele exacto momento.
Assim que ela terminou de tirar as calças, virou-se novamente de frente e começou a deslocar as alças do sutiã pelos ombros e depois pelos braços tirando cada um dos lados, ficando este somente seguro pela parte de trás onde ela levou uma das suas mãos e o desapertou segurando como braço livre, deixando-o depois descair lentamente e foi-me mostrando um seio de cada vez, tocando ao de leve nos seus mamilos, que já encontravam bem entumecidos.

Lentamente levou a outra mão livre até ao inicio das minúsculas cuecas e afastando ligeiramente o elástico destas introduziu a mão no seu interior, afastando ligeiramente o tecido para ficar com “espaço de manobra” e também para que eu visse que ela iniciava um movimento de vai e vem, os seus dedos estavam já no interior da sua vulva. Dirigiu-se á cama onde se deitou e retirou as ditas calcinhas deixando-me ver todo o seu sexo, como estava Húmida, agora sem as calcinhas estava totalmente livre para que os seus dedos invadissem a sua vulva e como era uma vista fenomenal, aquela Linda Mulher ali, se tocando só para mim, o meu desejo era cada vez maior, mas eu tinha que me segurar, pois tinha preparado algo para nós os dois.
Dirigi-me a um pequeno saco que eu tinha trazido comigo e de lá retirei dois pares de lenços de seda, bem macios, mas resistentes, fui até junto dela e disse-lhe: - Deixa-te levar e não te preocupes, confia em mim. Ela assentiu e esboçou até um sorriso, também o queria. Prendi cada um dos seus braços e pernas aos cantos da cama, com nós ligeiramente soltos, p
ara que ela se sentisse mais segura, Ela ficou ali na cama completamente nua, indefesa de pernas bem abertas com o seu corpo totalmente á mercê das minhas vontades.
Dirigi-me novamente á sacola que comigo tinha trazido e retirei de lá um pequeno frasco que continha um óleo afrodisíaco, tirei toda a minha roupa expondo todo o meu membro completamente erecto e cheio de vontade de tomar aquele corpo. Assim que cheguei junto dela abri o frasco e fui vertendo muito lentamente o óleo pelo corpo dela, o seu corpo estremecia ligeiramente quando o óleo tocava a sua pele, pois o seu corpo estava quente e o óleo frio, assim que a terminei de colocar os óleo no seu corpo com as minhas mãos iniciei movimentos leves para o distribuir por todo o seu corpo, passando pelos braços, pelos ombros, pelo pescoço, pelos seus seios onde me demorei um pouco mais, pelo seu abdómen, pelas suas pernas, pelos seus pés massajando todas as áreas com muito carinho, subi novamente pelo interior das suas pernas e alcancei o seu sexo que estava completamente molhado, as minhas mãos pararam bem juntinho da entrada da sua vulva, olhei-a nos olhos e enquanto a olhava ia introduzindo os meus dedos dentro daquela vulva toda molhada e aberta, cheguei o rosto e comecei a beijar a toda á volta do seu sexo, bem devagarinho, quase que a obrigando a pedir para que eu a chupasse.
As suas mãos presas não deixavam que ela agarra-se a minha cabeça e a colocasse bem no meio das suas coxas, mas ela dava jeitos com a anca, colocando a sua vulva bem ao alcance da minha língua, está claro que eu queria tocar naquela maravilhosa vulva com a minha boca, mas teria que ser na hora que eu escolhesse, mantive-me assim por mais algum tempo, via-a arquear o seu corpo de cada vez que os meus dedos entravam nela, ouvia a sua respiração e os murmúrios de prazer que se soltavam da sua boca. Então, não aguentando mais, coloquei os meus lábios naquele doce néctar e chupei-a. Entrava e saia dela com os meus dedos, a minha língua rodeava o seu clítoris, fazia pressão com a minha boca contra a sua vulva, como era doce o seu sabor, nesse momento ela atingiu um orgasmo. Como era bom senti-la assim, o seu corpo estremecendo ao toque dos meus lábios. Ela estava presa e não conseguia parar o meu toque, os seus gemidos eram altos e eu estava adorar sentir todo o seu corpo vibrar.
Levantei-me, dirigindo-me uma vez mais á sacola, tirei um vibrador que tinha adquirido juntamente com o óleo de massagem numa pequena sexshop, perto da estação do comboio, quando a tinha ido buscar.
Cheguei-me a ela, beijei-a apaixonadamente, olhei-a nos olhos, ela assentiu com a cabeça reforçando com as suas palavras: - Sim, Meu Amor.
Agarrei no objecto e iniciei uma massagem com o meu corpo por cima do dela, bem lentamente, ia esfregando todo o meu corpo no dela, o meu peito contra o peito dela, a minha anca ligeiramente abaixo da sua para que o meu membro tocasse ligeiramente a sua vulva, nunca entrando. Ambos os corpos estavam agora cobertos de óleo, agarrei no Vibrador e fui lentamente forçando a sua entrada, mas como ela estava tão lubrificada este entrou sem grande esforço. Estava já todo dentro dela, a sua boca soltava gemidos, a sua anca movia-se cada vez mais rápido de encontro á mão que tinha o objecto que a possuía. Como eu estava adorar vê-la assim.
Coloquei-me no meio das suas pernas, ia introduzindo o vibrador com uma mão enquanto com a outra massaja o seu clítoris procurando de vez em quando olhar o seu rosto, que com os olhos fechados, fazia uma cara de enorme prazer.
O meu membro estava completamente erecto, duro, queria aquele corpo, queria entrar nela, como eu a desejava. Posicionei o meu pau bem na entrada do seu rabo e deixei ficar assim encostado. Ela Abriu os olhos e disse-me: - oh! Sim, quero sim meu Amor. Então, como o meu membro estava totalmente lubrificado pelo Óleo tal como o seu ânus, fui entrando devagarinho, ao mesmo tempo que o vibrador entrava e saia da sua vulva, cada vez mais molhada, a ponto de escorrer para o Ânus facilitando ainda mais a minha entrada. Lentamente iniciei um movimento de vai e vem no seu cuzinho, tão apertadinho, tão deliciosamente maravilhoso, como era bom estar assim bem dentro daquele rabinho perfeito.
Minha mão não parava de massajar aquele clítoris, meu falo entrava e saia daquele rabo maravilhoso e o vibrador entrava cada vez mais fundo dentro dela. Os movimentos de vai e vem eram cada vez mais frenéticos, a nossa respiração forte e ofegante, os gemidos tinham-se já tornado palavras confusas de desejo, tais como: - Oh, sim! Bem fundo, como te quero, isso não pára, assim meu Amor.
Era o momento os nosso corpos estavam completamente entregues, não aguentávamos mais. Explodimos ambos num enorme êxtase, eu vim-me bem dentro dela, ao mesmo tempo olhava-a e via o seu corpo sacudir de ondas de prazer, das nossas bocas saiam gemidos que se poderiam ouvir a uma distância considerável, como gozamos juntos aquele momento.
Deixe-me cair ao seu lado na cama, beijei-a e disse-lhe ao ouvido: -Que Mulher Maravilhosa, como és Perfeita. Ela respondeu ao meu beijo com outro bem prolongado, bem delicioso.
Para que ela ficasse mais á vontade soltei seus braços e suas pernas daqueles lenços macios que a prendiam á cama, assim que o fiz, ela colocou os seus dois braços em volta do meu pescoço e me puxou para ela, me dando mais uma série de beijos, o que levou a que nossos corpos respondessem uma vez mais ao nosso desejo de ser um do outro.
E assim foi um final de tarde (já noite) perfeito, quando ela esteve completamente á vontade dos meus desejos.

