
O Regresso: (Nada mais que uma fantasia, pois ao que parece o nosso reencontro ainda estará a um longo tempo de distância.)
Como combinado no nosso ultimo telefonema, apresentei-me na gare do aeroporto para ir ao seu encontro, o meu nervosismo era enorme tal como o desejo de voltar a ter os seus lábios de encontro aos meus, todo o meu corpo tremia, não sei se de nervoso ou de todo um desejo reprimido ao longo de dois longos anos (sem sentir o seu cheiro o seu sabor na minha boca o toque quente da sua pele).
Coloquei-me bem na primeira fila junto do portão de desembarque, o seu avião, conforme informação do placar de chegadas, já tinha aterrado fazia uns cinco minutos, seria uma breve questão de tempo e os meus olhos voltariam a ver aquela de quem eu sentia tanta Saudade, como eu estava ansioso. Mais um pouco, dizia eu para comigo mesmo, mas a minha mente já pensava em como ela tão deliciosa e como eu a queria tanto, estes “pensamentos” já começavam a transpirar para o exterior, dando sinais visíveis de como eu estava excitado, o meu membro já estava duro, só com a simples ideia de voltar a estar dentro dela, nas mãos dela, entre os seus seios, na sua boca quente sentindo a sua língua na minha glande.
Foi então que as pessoas do seu voo começaram a sair do portão de desembarque, ai nesse momento deixei as minhas fantasias de lado e concentrei toda a minha atenção para o referido portão.Parecia que ela nunca mais saia… mas uns segundos apenas tinham decorrido, segundos que para mim pareciam meses de espera, Ela saiu...
Finalmente depois de tanto tempo a vê-la somente através do ecrã do meu PC eis que finalmente se encontrava a apenas alguns metros do alcance das minhas mãos, de todo o meu desejo de a possuir. Como ela estava Linda, vinha com o seu cabelo solto cortado um pouco abaixo dos ombros com uma calça que fazia notar perfeitamente as curvas da sua anca, uma camisola com um decote generoso que fazia notar como os seus seios eram fartos e deliciosos, que vista tão perfeita.
Ela me avistou um sorriso sincero surgiu dos seus lábios e os seus passos aligeiraram-se na minha direcção.
Assim que ela chegou junto de mim, pude sentir de imediato o cheiro do seu perfume, que logo trouxe sensações deliciosas em todo o meu corpo e novamente o meu membro deu sinais de a querer, os meus olhos perderam-se nos dela, a minha vontade de a agarrar de a beijar era tão grande, mas não poderia ser satisfeita dado que estávamos na presença de muitas pessoas e tínhamos que continuar a ser bastante discretos.
- Olá disse-me ela. Que voz! Uma voz que tinha ouvido tantas e tantas vezes bem junto do meu ouvido gemer de prazer e de dizer o quanto me queria, assim, bem dentro dela, bem fundo e forte.
-Olá meu doce, respondi Eu -quanto tempo. Beijei-lhe o rosto, não sendo esse o meu desejo, seria mais agarrar todo aquele ser, trazendo o seu corpo para bem perto do meu, sentindo os seus seios de encontra o meu peito, sentindo como eles eram tão deliciosos.
Os nossos olhos encontraram-se e ali ficaram a mirar-se, falando sem sequer mexermos os lábios, na minha cabeça ouvia a sua voz: - como te quero, meu Amor.
Nem mais um momento aguardamos, procuramos imediatamente uma casa de banho do aeroporto, conseguimos descobrir uma num lugar mais distante do desembarque em que não se encontrava ninguém junto das portas de acesso e como eram tapadas por um separador pudemos entrar na mesma casa de banho sem que ninguém se apercebesse que eu entrava num banheiro Feminino.
Lá dentro não se encontrava ninguém, apressamo-nos a entrar num cubículo, juntamente com a bagagem, o que fez o lugar ficar ainda mais apertado, obrigando os nosso corpos a ficar bem juntinhos. Isso fê-la notar como o meu membro já se encontrava tão duro e erecto. Beijámo-nos, um beijo bem prolongado, a minha língua tocou a sua, como eu pude sentir novamente a doçura da sua boca, enquanto nos beijámos a sua mão partiu de imediato para dentro das minhas calças tocando o meu pau, completamente erecto de tanto de desejo. Tal como as dela, as minhas mãos partiram á descoberta das suas partes mais íntimas, abri o botão das calças dela num ápice, desci o fecho e senti como ela me desejava, como a calcinha dela estava húmida, não resisti, deixei a sua boca, coloquei-me de joelhos no chão enquanto ela se sentava na sua bagagem, desci as suas calças, tirei-lhe as calcinhas e sem qualquer demora coloquei a minha cabeça entra as suas coxas, que saudades de sentir todo o seu sabor na ponta da minha língua, como a minha língua brincava uma vez mais no seu clítoris. Ela abriu ainda mais as suas pernas para que a minha língua entrasse na sua vulva, assim fiz, entrei que delicia, a mão dela procurou a minha cabeça e me puxou ainda mais para dentro daquele corpo arqueado de desejo, as minhas mãos agarram as suas nádegas e puxei-a ainda mais para mim, pressionando os meus lábios contra a sua vulva, como eu a sentia abrir-se para mim, como a sua respiração se tornou tão ofegante e cada vez mais rápida.
Libertei uma das suas nádegas e enquanto a minha língua ia dançando no seu clítoris os meus dedos entraram bem fundo dentro dela, ela soltou um gemido profundo de prazer, pressionando ainda mais forte o minha cabeça contra ela, então senti que ela ia explodir de prazer na minha boca, o quanto eu queria isso, fazia tanto tempo que eu o desejava.
Alguém entrou na casa de banho, ela apercebeu-se disso, mas isso não a impediu de atingir o orgasmo, fê-lo em silêncio, eu olhava para ela e via o seu corpo contorcer-se de prazer podia sentir as convulsões que o seu corpo dava, os seus olhos encontraram os meus e um largo sorriso apareceu nos seus lábios.
Levantei-me e as minha mãos entraram na sua camisola sentindo de imediato os seus seios, beijo-os ambos com o mesmo carinho e coloquei cada um dos seus mamilos, completamente entumecidos, na minha boca, brincado com a minha língua em volta de cada um deles, enquanto ela me beijava a cabeça, beijei os seus ombros, fui até ao pescoço, beijando bem de leve, não resisti mais, o meu pau doía de tanto tesão, de tanto desejo de a possuir. Virei-a de costas e desci as minhas calças, apoiei-a na sua bagagem, afastei ligeiramente as suas pernas, uma de cada vez, aproveitando para passar a mão na sua vulva enquanto passava de uma perna para a outra e finalmente de uma só vez coloquei todo o meu pau dentro dela, como ela estava quente, bem aberta para receber o meu pau todo de uma só vez, que delicia como eu tinha sonhado com aquele momento e finalmente se concretizava.
Entrava e saia dela, rebolava-me de encontro às suas nádegas enquanto minha mão puxava ligeiramente os seus cabelos, enquanto amaciava as suas costas, minha anca batia cada vez mais forte de encontra às suas nádegas, os meus dedos procuraram o seus clítoris e iam amaciando-o, cada vez com mais intensidade, a respiração de ambos era cada vez mais ruidosa, gemidos saiam das nossa bocas involuntariamente, o meu desejo aumentava e eu tentava de cada penetração ir mais fundo, podia sentir como estávamos tão lubrificados por tanto desejo, já escorria pelas nossa pernas, e cada penetração era acompanhado por um breve bater de dois corpos um de encontro ao outro dada era a intensidade da penetração, não conseguia aguentar nem mais um minuto e senti na sua respiração e pelas contracções do seu corpo que ela atingia novamente o orgasmo e deixei-me ir, atingi um clímax como não acontecia á muito tempo, junto com ela, explodi de prazer bem dentro dela, levantei-a puxando o seu corpo de encontro ao meu, os meus braços circundavam o seu abdómen e minha boca estava bem perto do ouvido dela, para que ela pudesse ouvir os meus gemidos de prazer.
E assim ficamos por uns momento até que o clímax passa-se e nossos corpos recuperassem novamente, sai bem devagar de dentro dela, colocando o meu pau entre as suas nádegas enquanto relaxava um pouco mais, sua cabeça se virou e procurou os meus lábios, deu-me um beijo, que beijo delicioso como eu queria aqueles beijos tão carinhosos, aqueles beijos de quem acabou de atingir um momento perfeito e está completamente calmo e relaxado, que sensação tão maravilhosa.
Limpámo-nos, vestimos as nossas roupas e saímos com bastante cuidado para que ninguém se apercebesse de nada, claro que seria impossível as pessoas não se aperceberem, para isso bastaria olhar para as nossas caras, para os nossos olhos, pois podia-se notar perfeitamente através das nossas faces vermelhas, dos nosso rostos iluminados de felicidade e satisfação.
Parecia impossível as únicas palavras que tinha-mos trocado foram uns simples “Olá”, nada mais dissemos desde todo aquele tempo que ela tinha chegado junto de mim. Não precisava-mos de dizer nada os nossos corpos sabiam exactamente aquilo que cada uma de nós queria e procurava no outro.
Claro está que nos apressamos a deixar o Aeroporto e procurar um lugar onde pudéssemos uma vez mais extravasar os nossos desejos, colocar as nossas conversas em dia, mas essa parte será para mais tarde…
Para sempre Teu.



