18 de fevereiro de 2009

Sabe o que eu queria AGORA?

Massagem.

Daquelas em que se está nua. Deitada de costas, numa cama bem grande. Feita com óleo aromático.

Daquelas que começam no pescoço. Descem pelas costas,
e se detém em cada pedacinho dela. Vão aos braços. Voltam às costas. Passam pela curva que chega à anca. Passa pelo rabo. Pelas coxas. Pela parte interna das coxas, bem lentamente, como se ali fosse ficar. Mas segue descendo até chegar aos pés. Tudo isso de forma lenta, com a mistura certa entre o peso das mãos e a delicadeza do toque.

Besuntados de muito óleo é como se os corpos deslizassem um pelo outro com vontade própria, procurando desbravar e descobrir cada pedacinho de pele ainda não tocado, não acariciado.

Depois de chegar aos pés as mãos voltam a subir, mais uma vez, pela parte interna das penas. Chegam ao rabo. E ali ficam por alguns instantes. Descem novamente e, dessa vez, não resistem a entrar na escuridão, que nua se oferece.
Os corpos, já um sobre o outro, agora massageam-se de forma mais íntima, nas partes íntimas.

Ele deitado sobre as costas dela. Ela completamente entregue aos desejos dele, que são os mesmos seus. O pau encosta de leve em seu cuzinho, e espera a reação dela. que empina ainda mais o rabo, assim a mão dele encontra o sexo dela, húmido e quente. Ele a toca com vontade, vontade de voltarem a ser um só. Enquanto isso ela vira levemente o rosto, acente com a cabeça e diz baixinho: "isso, gostoso, come o meu cuzinho". E como se fosse uma ordem, assim o fez. Bem devagar. Foi adentrando. Sem nunca deixar de toca-la, de sentir o desejo dela na ponta de seus dedos. Ela dizia: "isso, não pára!" e não parou, mexendo e entrando cada vez mais. Até que ambos não aguentaram e entregaram-se ao ecstase total, ao prazer supremo e ali gozaram, ao mesmo tempo, como se fossem apenas um.

17 de fevereiro de 2009

A3 (ou Memórias Futuras - episódio 2)

Assim como outros episódios de "Memórias Futuras", este ainda não aconteceu, faz parte de uma série de fantasias a ser posta em prática (ou não) algum dia.

Mais uma vez nos encontramos no lugar marcado. Entrei no carro e íamos em direção ao "nosso" motel. Já no caminho trocávamos carícias e alguns beijinhos. A mão dele já subia pela minha coxa, mesmo enquanto conduzia, ao mesmo tempo minha mão percorria a perna dele encontrando um falo endurecido.

Parecia que nunca mais chegávamos ao destino, eram apenas alguns minutos, mas com o desejo que sentíamos se tornava um tempo interminável. Enfim avistamos o letreiro da entrada. Como de costume, pedimos um quarto, estacionamos, descemos do carro e nos entregamos um ao
s braços do outros. Beijos quentes, húmidos e incansáveis.

Já era de praxe eu subir ao quarto enquanto ele acabava de tirar as coisas do carro (naquele dia
tínhamos champanhe, morangos e alguns biscoitinhos, para a hora da fome). Porém nesse dia resolvi esperá-lo para entrarmos juntos.

Subi um pouquinho na frente, com uma saia curtinha preta, e do ângulo que ele estava, acho que conseguia até mesmo espreitar um pedacinho da calcinha vermelha que trazia por baixo.

Ao chegarmos no quarto lá estava ela. Uma bela morena de cabelos negros e olhos verdes, não muito alta, mas com "tudo no lugar" (exatamente como eu havia lido no seu anuncio no jornal). Vestia apenas langerie, muito sexy. Ele me olhou com uma cara de espanto quase dizendo "acho que erramos de quarto", dei-lhe um beijo e disse baixinho ao pé ouvido "está tudo bem, fui eu que chamei".

Ela se aproxima de mim, toca-me primeiramente o cabelo e o pescoço, entendo o que ela deseja e nos beijamos. Enquanto isso ele chega por traz de mim,
levanta levemente a saia e esfrega seu pau, mais que duro, na minha bunda. Ele beija meu pescoço enquanto sua mão corre pelo meu ventre indo para dentro da minha calcinha, tocando-me como só ele sabe. A mão dela percorre os meus seios. E eu ali no meio daquele "sanduíche de gente", só sabia gemer de tanto prazer. Quando estava prestes a gozar, ele afastou-se, sentou numa poltrona lateral que havia próxima à cama, começou a tocar-se e assistiu àquela bela moça acompanhar-me até a cama, deitar-me e sem pudor algum tirar minha langerie e chupar-me. Passava aquela língua por cada cantinho escondido do meu corpo, de forma delicada, mas sedenta por me dar prazer, e chupava cada vez mais a vontade e com mais vontade. Ele ali, olhando tudo, tocando-se, como se fosse ele próprio a sentir o meu prazer. Assim ela chupava e enfiava seus dedos e eu gemia cada vez mais alto.
Quando gozei virei-me pra o lado e vi que ele também havia
gozado, mas seu membro continuava maravilhosamente rijo.

Foi então que disse à "moça" : "querida, bom trabalho, mas agora deixa ele mostrar o que só um homem pode fazer por uma mulher". Ela saiu e ele veio, a fome era tanto que com uma só estocada ele estava dentro de mim. Assim nos entregamos sem limites ao nosso prazer, éramos apenas um. Um desejo. Uma vontade. Em mil posições, viramos e reviramos aquela cama (e todo o quarto), nem percebemos a saída da moça, que discretamente pegou o dinheiro que estava separado e nos deixou a sós, para mais uma noite de loucuras, prazer e amor.
Memórias de uma Paixão